domingo, 11 de novembro de 2012

030 - "...se namoras com o Ruben ele desconhece esse facto"


(Mariana)
Passei o dia todo com o Ruben, tê-lo visto animado deixou-me mais serena afinal desde que teve a confirmação que provavelmente não jogará mais até ao fim da época têm andado meio abatido. Estivemos com os colegas dele no Seixal, algo que os apanhou de surpresa por saberem que o Ruben andava numa de recusar sair de casa mas acabamos por nos divertirmos todos juntos.
Quando regressamos à sua casa já a tarde ia avançada, ainda assim deu para nos mimarmos mutuamente durante uns bons minutos que terminaram num duche conjunto, uma vez que o Ruben conseguiu convencer-me a partilhar o momento com ele, ajudei-o tanto no duche como a vestir-se para depois irmos até ao meu apartamento para mudar de roupa, porque ir de fato de treino do Ruben para o jantar na casa da Anabela não era lá grande ideia.
Estávamos no meu quarto aos beijos quando a Maria entrou, pediu-me um vestido emprestado e voltou a deixar-nos sozinhos até ao momento de irmos para a casa da mãe do Ruben, a minha prima foi connosco e quando chegamos ao nosso destino tive que ouvir o Ruben porque supostamente aquilo não era vestido, não dei grande importância ao assunto e ficamos pela sala até a sua mãe nos vir chamar para jantar, este correu bem e com muita animação à mistura, o Ruben estava a divertir-se e isso era o mais importante. Mas foi no momento do brinde que acabei por dar nas vistas com as palavras que lhe dediquei, ainda assim ninguém abriu a boca para perguntar o que quer que fosse, só mesmo o João e a Maria é que sorriram como se tivesse dado a confirmação que finalmente nós os dois nos acertamos.
Estávamos já na sala a conviver uns com os outros quando o Ruben chamou-me, aproximei-me e achei-o estranho mas percebi o motivo assim que abriu a boca.
- O que é que quiseste dizer com “namoradas vem e vão”? - sorri e sentei-me ao seu lado.
- Então isso mesmo... mas não gostaste do brinde, foi???
- Tirando a parte do “vão e vem” gostei - olhávamo-nos mutuamente.
- Não falei mentira nenhuma - sorri ao perceber que não tinha entendido o que quis dizer.
- Mariana quero mesmo que resulte, que a nossa relação seja séria por isso vou fazer de tudo para que não vás embora!
- Quem te disse a ti que quero ir embora??? - aproximei-me ainda mais dele - quando falei que vão e vêm é porque se hoje estou contigo é sinal que outra veio e já se foi - sorriu - Ruben posso não demonstrar muita segurança mas isso é porque nunca vivi algo parecido com o que temos no entanto e independentemente do que nos une também quero que seja para durar.
O Ruben ainda tentou responder mas fomos interrompidos pelo pessoal ou melhor pelas raparigas que obrigaram os rapazes a deixarem o jogo para vermos um filme, aquilo desagradou aos meninos bem como à minha prima que estava divertidíssima a dar cabo da moral deles.
Acabei por oferecer-me para ir fazer as pipocas já que conhecia os cantos à casa, algo que a Ana comentou mas que desconversei acabando mesmo por regressar à sala onde sentei-me ao lado do Ruben. Não foi difícil adivinhar o género do filme uma vez que os rapazes só cederam em terminar com o jogo se pudessem escolher o filme, lógico que este foi de acção ainda assim e quando ia sensivelmente a meio coloquei a cabeça no ombro do Ruben, estava a ser vítima do sono o que fez o Ruben sorrir para logo depois recostar-se melhor no sofá e passar o seu braço por trás das minhas costas o que fez com que ficasse mais confortável. Conforme os minutos foram passando também a vontade de fechar os olhos era maior, estava mesmo preste a ser vencida pelo sono quando o Ruben agarrou-me na mão começando a fazer pequenas carícias com os seus dedos, aquilo fez-me olhar para ele e encontrei-o a sorrir.
- Queres ir embora? Estás quase a dormir... - sussurrou-me o que provocou em mim uma sensação estranha, senti um arrepio em todo o meu corpo.
- Estás a correr comigo daqui é?
- Não... se queres mesmo saber estás muito bem aqui abraçada a mim - sorriu - mas não há necessidade de fazeres um esforço para não adormeceres... o filme ainda vai demorar...
- Prefiro ficar aqui!
- Posso saber porquê? - voltou a sussurrar para logo depois beijar-me o pescoço, aquilo fez com que olhasse para ele - que foi? - sorriu.
- Modera lá essas demonstrações...
- Até parece que o pessoal não desconfia já além disso não fiz nada de mal - olhou-me - já fizemos coisas bem piores em frente deles e nunca te queixaste!
- É diferente!
- Ah é? Só se for no facto de agora namorarmos... - olhei-o - tens problemas em assumir que estás comigo? - a pergunta dele apanhou-me desprevenida, não por estar arrependida mas sim porque não esperava que tivesses dúvidas - não respondes? - desencostei-me do seu corpo para conseguir olhá-lo bem no fundo dos seus olhos e aí percebi que o Ruben estava mesmo com dúvidas de que queria mesmo algo mais sério - Ok já entendi... - desviou o olhar para a televisão.
- Ruben - chamei-o mas ignorou resolvi por isso não insistir depois falava com ele no fim do pessoal bazar.
Continuei sentada do seu lado e assim que o filme terminou o Ruben pediu à Ana que lhe fosse buscar a cadeira que precisava de ir à casa de banho, a nossa amiga cedeu ao pedido dele e ainda fez questão de o ajudar ao empurrar a cadeira.
 - Vê lá se dás uma prenda decente ao Ruben! - o Fábio falou assim que o Ruben e a Ana saíram da sala.
- Estás a insinuar alguma coisa?
- Não... estou a afirmar - gargalhou acompanhado pelo pessoal.
- Deixa-te de cenas.
- Pois... está bem... cenas - sorriu - já lhe ouvi chamar muita coisa agora cenas - gargalhou talvez porque olhei-o com cara de má - estás com problemas em assumir que só não lhe saltas para cima porque o rapaz está debilitado fisicamente?
- Falas de uma forma que até parece que estou desesperada.
- Desesperada não digo mas que entre vocês os dois o ambiente anda estranho lá isso anda… - teria respondido mas o João meteu-se na conversa.
- Fábio, eles não andam estranhos eles resolveram foi aplicar aquele ditado que diz “quanto mais bates mais gosto de ti” - o pessoal gargalhou.
- Diz o roto para o nu… priminho da minha vida porquê que não te vestes tu e deixas-me a mim de fora??
- Priminho?? Oh João conta lá isso!
- Priminho?! - a Maria meteu-se na conversa - De quem é que ele é filho? É que meu primo não é e que eu saiba a tua mãe não tem irmãos!
- Não é teu primo? Olha que parece porque sempre ouvi dizer que quanto mais primo mais se lhe arrimo.
- Shii isto vai animado a continuar assim não sei onde termina a noite… - com a reposta do Fábio gargalhamos todos.
- Sabes como é… comigo a animação nocturna está sempre garantida…
- Quanto a isso não precisas dizer… conheço bem essa animação… - no momento que o Fábio respondeu vi o Ruben a entrar acompanhado pela Ana.
- Bem os meninos estão muito animados - a Ana meteu-se - combinem logo o local onde se vão encontrar depois de saírem daqui que nós não precisamos dos pormenores sórdidos das vossas noitadas!
A Ana não falou por mal, pelo menos quero acreditar que não, mas assim que o afirmou foi impossível não desviar o olhar para o Ruben e assim que os cruzamos ele desviou-o, aquilo incomodou-me ainda assim respondi à Ana.
- Está redondamente enganada... já tenho planos para esta noite mas não são de todo com o Fábio.
- Ui... que ainda vais à caça, é? - olhei-a estupefacta - que foi? Vais dizer que estou errada?
- Por acaso até estás...
- Ah espera... já escolheste a vítima e já a tens à tua espera!
- Se estás assim tão interessada em saber não tenho vitima nenhuma à minha espera - olhei para o Ruben - até porque o homem com quem namoro esteve a noite toda do meu lado - a Maria e o João sorriram acompanhados pelo Tiago que olhava à vez para mim e para o Ruben.
- Ui... tu e o Fabio?
- Não... eu e o Ruben! - atirei já chateada.
- Ui tão engraçada que estás… vá agora a verdade… sim porque se namoras com o Ruben ele desconhece esse facto - olhei para o Ruben sem entender a boca da Ana - porque ainda agora perguntei-lhe o que tinha contigo e o Ruben foi peremptório a afirmar que são só amigos.
A resposta da Ana deixou-me completamente à deriva afinal o Ruben tinha passado as últimas horas a demonstrar o contrário talvez por isso agarrei nas minhas coisas e saí da casa da Anabela.
A minha prima ainda chamou por mim mas não parei, queria mas principalmente precisava sair daquela casa, agora mais do que nunca estava a sentir necessidade de ficar a sós comigo mesmo para colocar as ideias em ordem de uma vez por todas.
Cheguei a casa e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho quente e relaxante, as palavras da Ana não saiam de forma alguma do meu pensamento, afinal o que quis ela dizer com aquilo? Qual será a intenção do Ruben? Eram essas as perguntas que se imponham neste momento mas são para as mesmas que não consigo procurar respostas pelo menos por agora, neste momento não me sinto preparada para confrontar o Ruben e obter uma resposta inesperada, talvez por ter medo de ouvir que afinal não significo nada para ele.
Acabei por adormecer a pensar nele e em como a falta de reacção da sua parte me atingiu talvez por isso decidi “fugir” mais uma vez, resolvi aproveitar o fim-de-semana para mudar de ares e fui até ao Algarve, senti necessidade de rever o pessoal mas principalmente ter um contacto mais de perto com as recordações de uma altura que era livre mas feliz.
Fui partilhando o meu estado de espírito nas redes sociais, bem como fotos que tirei com o pessoal, algumas delas a Maria comentou o que deu “pano para mangas” e tenho a certeza que se o Ruben por acaso lesse iria ficar incomodado afinal muitos dos meus comentários eram farpas dirigidas a ele no entanto não obtive nenhum feedback da sua parte nem no fim-de-semana nem nos dias seguintes.
Os dias “voaram” entre o trabalho e os momentos de diversão que fiz questão de continuar a partilhar com o pessoal, isso incluía o Ruben no entanto durante as últimas duas semanas não tocamos nunca no assunto “nós”, percebi que o Ruben não fazia questão de esclarecer as cenas por isso resolvi fingir que as palavras que dissemos um ao outro não tinham passado de um sonho.
(Ruben)
Os meus dias têm sido um tédio completo, talvez porque desde o jantar do meu aniversário que as cenas com a Mariana não voltaram ao que eram, muito por culpa minha que fui incapaz de esclarecer com ela a boca que a Ana mandou mas a verdade é que tinha confessado à nossa amiga que a única relação que mantinha com a Mariana era a da amizade, sei que não foi isso que andei a dizer à maior interessada, que por várias vezes afirmei que queria mais no entanto quando a Ana questionou até onde iria o meu sentimento pela Mariana não consegui admitir que a amo, ainda hoje não entendo o motivo pelo qual neguei algo que quero tanto que se torne realidade e só por isso evitei nestes últimos dias ficar a sós com a Mariana com receio que ela quisesse falar sobre nós.
Mas se faltou-me a coragem durante tanto tempo no instante que o João se descoseu e afirmou que tinha a certeza absoluta que a Mariana já substituiu-me na sua vida a revolta de ter sido tão parvo consumiu-me, afinal tive a oportunidade de tê-la só para mim e desperdicei-a sem sequer saber o motivo pelo qual o fiz.
Se ficar a saber da presença de outro na cama da minha Mari deixou-me com o estômago às voltas depois de vê-los juntos, felizes e contentes no camarote fiquei desolado ainda assim tentei não dar parte fraca e perante a Maria disfarcei fingindo que não estava minimamente afectado, lógico que ela não acreditou mas também não insistiu. O jogo terminou com um empate e enquanto esperávamos pelo João tive que presenciar aqueles dois abraçados e aos cochichos. A noite terminou com um jantar na minha casa mas sem a presença da Mariana e do tal Rodrigo, eles desculparam-se com o facto de amanhã terem que acordar cedo mas conhecendo a Mariana deu para perceber nitidamente que dormir era coisa que não iriam fazer de certeza.
Acabei por ter um serão minimamente agradável no entanto dei comigo muitas vezes a pensar na Mariana e no que estaria a fazer mas sabia que se não a tinha foi por não saber agarrar a oportunidade.
***
Acordei desanimado talvez por ser um dos dias mais esperados pelos casais de namorados, afinal hoje comemora-se o dia dos namorados e por culpa minha terei que passa-lo sozinho, ainda pensei em fazer um jantar dos “encalhados ou encalhadas” mas desisti da ideia ao perceber que do meu grupo de amigos mais próximos já todos tinham planos incluindo a Mariana que andava feliz e contente com o amigo de Faro que continuava hospedado na casa dela como se fosse a dele.
Passei a manhã no Seixal em trabalho de recuperação e por isso consegui manter a cabeça ocupada, talvez por estar focado na minha completa recuperação consigo esquecer a Mariana durante as sessões de trabalho no entanto quando chego a casa a sensação que tenho é a de ser atropelado por um camião TIR sempre que olho para o presente de aniversário que recebi dela, aquelas fotos são a prova de que a nossa história é muito mais que uma amizade mas menos que um amor.
Estava perdido em pensamentos quando o meu irmão entrou no quarto desafiando-me a ir dar uma volta, acabei por alinhar por necessitar de arejar as ideias no entanto arrependi-me quando nos cruzamos com a Mariana que vinha acompanhada pelo tal de Rodri.
- Oi - cumprimentou o meu irmão e depois a mim com dois beijos - como é que estás? - perguntou-me.
- Cada vez melhor não se nota?
- Então não? Cada vez estás mais amoroso - ripostou talvez por não ter gostado do tom de voz com que lhe respondi - Então e tu - falou agora virada para o Mauro - não era suposto a esta hora estares em casa a preparar-te para surpreenderes a tua “cara metade”?
- Ainda tenho tempo... vim passear com o mano para ele não ficar deprimido... - olhei incrédulo para o Mauro.
- Deprimido a porra... quem te disse a ti que ando mal?
- Mano sem stress - sorriu.
- Por acaso se começasse a dizer que andas deprimido quando não é verdade gostavas?
- Puto até podes não estar mas vais ficar daqui a umas horas quando perceberes que és o único que vai passar a noite sozinho! - a Mariana sorriu ligeiramente - Sim porque do teu grupo de amigos só sobras mesmo tu... - o Mauro olhou para o Rodrigo - ou será que estou enganado? - teria respondido mas a Mariana antecipou-se.
- Pois não sei... não posso falar pelos outros... mas por mim posso - olhou para o Rodri e sorriu - hoje como nos últimos dias vou estar acompanhada e muito bem se queres saber - abraçou-se ao alforreca - vai ser uma noite animada como todas as que já partilhei aqui com este menino.
- Mano como é vamos? Tenho mais que fazer?
Tentei terminar ali com aquele bate boca sem ser muito directo mas não o consegui fazer o que resultou numa boca por parte da Mari à qual não respondi e talvez por isso o Mauro percebeu que o melhor era mesmo despedir-se dela.
- Mano quando é que deixas de ser casmurro e falas com a Mariana?
- Falar o quê?
- Deixa de ser parvo... gostas dela como nunca gostaste de outra e por seres orgulhoso vais perdê-la.
- Já a perdi - falei conformado com a ideia - e desta vez a culpa é só minha!
- Acreditas mesmo nisso? Mano sinceramente não achei que ela e o Rodrigo tenham alguma coisa...
- Esquece... não quero saber!
- Depois não venhas lamentar-te para o meu lado!
Não respondi e o assunto “morreu”. O Mauro foi deixar-me a casa onde passei o resto da tarde e noite a ocupar o tempo a ver filmes.
Os dias seguintes foram mais do mesmo, ocupei a cabeça e o tempo na minha recuperação mas tive diversas vezes com a Mariana, ela decidiu adoptar a postura de está tudo bem comigo e os incomodados que se mudem, falamos dos mais diversos assuntos mas em relação a nós nem tentamos, ainda assim conseguíamos partilhar o mesmo espaço sem discussões, aliás já por diversas vezes o João comentou comigo que nem parecemos nós dado o nosso historial.
Hoje é o aniversário do João e este ano decidiu fazer um jantar para o pessoal todo, fui avisado que a Mariana pediu ao João para levar o alforreca logo teria que levar com a presença dele, passei o dia a mentalizar-me para isso.
Como irá correr o aniversário do João? Quanto tempo irá a Mariana aguentar esta situação?

11 comentários:

  1. Amei!!
    Quero mais...
    Quero-os juntos e de preferência às picardias um com o outro, mas felizes! lol
    Beijinhos

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  2. Olá:)
    Como sempre amei o capitulo,estava como gosto de usar nesta situação :fantabolástico lool
    Agora este aniversário e que deve trazer agua no bico :P
    Espero por mais e rápido!
    Beijinhos
    Rita

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  3. Ai, ai.. esse aniversário vai dar mesmo o que falar, já estou até vendo lool
    Continua rapidinho, pfvr *-*

    GabiiS.

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  4. Olá :D
    Adorei o capítulo é claro!
    Oh pah eu não gosto de ver o Ruben e a Mariana separados :o
    Quero mais!
    Beijinhos
    Ritááá xD

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  5. Olá :)
    Esta perfeito *.*
    E percebi o que não tinha percebido no último capítulo xd
    Aqueles dois andam afastados e afinal sem motivo :(
    Espero que eles se entendam nesta festa ;D

    Beijinhos

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  6. fabuloso... fantastico...

    quero mais... tou super curiosa para ver o proximo...

    continua...

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  7. Ai que o Ruben ficou maluquinho das ideias, só pode. Então, e isso se faz? lol
    Continua o mais rápido possível e acaba com essa curiosidade monstra :P

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  8. E tudo lido!
    Bem, isto é que foram emoções fortes. Este casal Ruben-Mariana é de doidos! Nem deu para saborear bem aquele namoro! Vamos lá a acertar essas agulhas!
    Espero o proximo!

    Beijo
    Ana

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  9. Mais, está cada dia melhor!!!
    Beijos

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  10. Acabei agora de ler esta fanfic e devo dizer que adorei :D, estes dois casais são excelentes e o Ruben e a Mariana são muito casmurros :p
    E acho qe vem tempestade do aniversário do João, mal o Ruben sabe qe o Rodrigo joga noutra "equipa" ahahah
    Beijinhoos

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  11. O que irá acontecer? Os aniversários desta gente são sempre uma animação, há sempre novidades, umas vezes boas outras nem por isso, por isso este anivesário promete.
    Gostei do pormenor da "alforreca", quando ele souber que andou armado em cão com pulgas sem razão nenhuma, vai ser lindo, vai.
    Adorei, e a Mariana também não se descose, deixa-o a sofrer, ao ponto de nem no dia dos namorados...
    Beijocas

    Fernanda

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