(Mariana)
Passei o dia todo
com o Ruben, tê-lo visto animado deixou-me mais serena afinal desde que teve a
confirmação que provavelmente não jogará mais até ao fim da época têm andado
meio abatido. Estivemos com os colegas dele no Seixal, algo que os apanhou de
surpresa por saberem que o Ruben andava numa de recusar sair de casa mas
acabamos por nos divertirmos todos juntos.
Quando
regressamos à sua casa já a tarde ia avançada, ainda assim deu para nos
mimarmos mutuamente durante uns bons minutos que terminaram num duche conjunto,
uma vez que o Ruben conseguiu convencer-me a partilhar o momento com ele,
ajudei-o tanto no duche como a vestir-se para depois irmos até ao meu
apartamento para mudar de roupa, porque ir de fato de treino do Ruben para o
jantar na casa da Anabela não era lá grande ideia.
Estávamos no meu
quarto aos beijos quando a Maria entrou, pediu-me um vestido emprestado e
voltou a deixar-nos sozinhos até ao momento de irmos para a casa da mãe do
Ruben, a minha prima foi connosco e quando chegamos ao nosso destino tive que
ouvir o Ruben porque supostamente aquilo não era vestido, não dei grande
importância ao assunto e ficamos pela sala até a sua mãe nos vir chamar para
jantar, este correu bem e com muita animação à mistura, o Ruben estava a
divertir-se e isso era o mais importante. Mas foi no momento do brinde que
acabei por dar nas vistas com as palavras que lhe dediquei, ainda assim ninguém
abriu a boca para perguntar o que quer que fosse, só mesmo o João e a Maria é
que sorriram como se tivesse dado a confirmação que finalmente nós os dois nos
acertamos.
Estávamos já na
sala a conviver uns com os outros quando o Ruben chamou-me, aproximei-me e
achei-o estranho mas percebi o motivo assim que abriu a boca.
- O que é
que quiseste dizer com “namoradas vem e vão”? - sorri e sentei-me ao seu lado.
- Então isso
mesmo... mas não gostaste do brinde, foi???
- Tirando a
parte do “vão e vem” gostei - olhávamo-nos mutuamente.
- Não falei
mentira nenhuma - sorri ao perceber que não tinha entendido o que quis
dizer.
- Mariana quero mesmo que resulte, que a
nossa relação seja séria por isso vou fazer de tudo para que não vás embora!
- Quem te disse a ti que quero ir embora??? - aproximei-me ainda mais dele - quando falei que vão e vêm é porque se hoje
estou contigo é sinal que outra veio e já se foi - sorriu - Ruben posso não demonstrar muita segurança
mas isso é porque nunca vivi algo parecido com o que temos no entanto e
independentemente do que nos une também quero que seja para durar.
O Ruben ainda
tentou responder mas fomos interrompidos pelo pessoal ou melhor pelas raparigas
que obrigaram os rapazes a deixarem o jogo para vermos um filme, aquilo
desagradou aos meninos bem como à minha prima que estava divertidíssima a dar
cabo da moral deles.
Acabei por
oferecer-me para ir fazer as pipocas já que conhecia os cantos à casa, algo que
a Ana comentou mas que desconversei acabando mesmo por regressar à sala onde
sentei-me ao lado do Ruben. Não foi difícil adivinhar o género do filme uma vez
que os rapazes só cederam em terminar com o jogo se pudessem escolher o filme,
lógico que este foi de acção ainda assim e quando ia sensivelmente a meio
coloquei a cabeça no ombro do Ruben, estava a ser vítima do sono o que fez o
Ruben sorrir para logo depois recostar-se melhor no sofá e passar o seu braço
por trás das minhas costas o que fez com que ficasse mais confortável. Conforme
os minutos foram passando também a vontade de fechar os olhos era maior, estava
mesmo preste a ser vencida pelo sono quando o Ruben agarrou-me na mão começando
a fazer pequenas carícias com os seus dedos, aquilo fez-me olhar para ele e
encontrei-o a sorrir.
- Queres ir embora? Estás quase a dormir... - sussurrou-me o que provocou em mim uma
sensação estranha, senti um arrepio em todo o meu corpo.
- Estás a correr comigo daqui é?
- Não... se queres mesmo saber estás muito bem
aqui abraçada a mim - sorriu - mas não há necessidade de fazeres um
esforço para não adormeceres... o filme ainda vai demorar...
- Prefiro ficar aqui!
- Posso saber porquê? - voltou a sussurrar para logo depois beijar-me
o pescoço, aquilo fez com que olhasse para ele - que foi? - sorriu.
- Modera lá essas demonstrações...
- Até parece que o pessoal não desconfia já além
disso não fiz nada de mal - olhou-me - já fizemos coisas bem piores em frente
deles e nunca te queixaste!
- É diferente!
- Ah é? Só se for no facto de agora namorarmos... - olhei-o - tens
problemas em assumir que estás comigo? - a pergunta dele apanhou-me
desprevenida, não por estar arrependida mas sim porque não esperava que
tivesses dúvidas - não respondes? - desencostei-me
do seu corpo para conseguir olhá-lo bem no fundo dos seus olhos e aí percebi
que o Ruben estava mesmo com dúvidas de que queria mesmo algo mais sério - Ok já entendi... - desviou o olhar para
a televisão.
- Ruben - chamei-o mas
ignorou resolvi por isso não insistir depois falava com ele no fim do pessoal
bazar.
Continuei sentada
do seu lado e assim que o filme terminou o Ruben pediu à Ana que lhe fosse
buscar a cadeira que precisava de ir à casa de banho, a nossa amiga cedeu ao
pedido dele e ainda fez questão de o ajudar ao empurrar a cadeira.
- Vê lá se
dás uma prenda decente ao Ruben! - o Fábio falou
assim que o Ruben e a Ana saíram da sala.
- Estás a insinuar alguma coisa?
- Não... estou a afirmar - gargalhou acompanhado pelo pessoal.
- Deixa-te de cenas.
- Pois... está bem... cenas - sorriu - já
lhe ouvi chamar muita coisa agora cenas - gargalhou talvez porque olhei-o
com cara de má - estás com problemas em
assumir que só não lhe saltas para cima porque o rapaz está debilitado
fisicamente?
- Falas de uma forma que até parece que estou
desesperada.
- Desesperada não digo mas que entre vocês os
dois o ambiente anda estranho lá isso anda… - teria respondido mas o João meteu-se na conversa.
- Fábio, eles não andam estranhos eles resolveram
foi aplicar aquele ditado que diz “quanto mais bates mais gosto de ti” - o pessoal gargalhou.
- Diz o roto para o nu… priminho da minha vida
porquê que não te vestes tu e deixas-me a mim de fora??
- Priminho?? Oh João conta lá isso!
- Priminho?! - a Maria meteu-se na conversa - De quem é que ele é filho? É que meu primo
não é e que eu saiba a tua mãe não tem irmãos!
- Não é teu
primo? Olha que parece porque sempre ouvi dizer que quanto mais primo mais se
lhe arrimo.
- Shii isto vai animado a continuar assim não sei
onde termina a noite… - com a reposta
do Fábio gargalhamos todos.
- Sabes como é… comigo a animação nocturna está
sempre garantida…
- Quanto a isso não precisas dizer… conheço bem
essa animação… - no momento que
o Fábio respondeu vi o Ruben a entrar acompanhado pela Ana.
- Bem os meninos estão muito animados - a Ana meteu-se - combinem logo o local onde
se vão encontrar depois de saírem daqui que nós não precisamos dos pormenores
sórdidos das vossas noitadas!
A Ana não falou
por mal, pelo menos quero acreditar que não, mas assim que o afirmou foi
impossível não desviar o olhar para o Ruben e assim que os cruzamos ele
desviou-o, aquilo incomodou-me ainda assim respondi à Ana.
- Está redondamente enganada... já tenho planos
para esta noite mas não são de todo com o Fábio.
- Ui... que ainda vais à caça, é? - olhei-a estupefacta - que foi? Vais dizer que estou errada?
- Por acaso até estás...
- Ah espera... já escolheste a vítima e já a tens
à tua espera!
- Se estás assim tão interessada em saber não
tenho vitima nenhuma à minha espera - olhei para o
Ruben - até porque o homem com quem
namoro esteve a noite toda do meu lado - a Maria e o João sorriram
acompanhados pelo Tiago que olhava à vez para mim e para o Ruben.
- Ui... tu e o Fabio?
- Não... eu e o Ruben! - atirei já chateada.
- Ui tão engraçada que estás… vá agora a verdade…
sim porque se namoras com o Ruben ele desconhece esse facto - olhei para o Ruben sem entender a boca da Ana
- porque ainda agora perguntei-lhe o que
tinha contigo e o Ruben foi peremptório a afirmar que são só amigos.
A resposta da Ana
deixou-me completamente à deriva afinal o Ruben tinha passado as últimas horas
a demonstrar o contrário talvez por isso agarrei nas minhas coisas e saí da
casa da Anabela.
A minha prima
ainda chamou por mim mas não parei, queria mas principalmente precisava sair
daquela casa, agora mais do que nunca estava a sentir necessidade de ficar a
sós comigo mesmo para colocar as ideias em ordem de uma vez por todas.
Cheguei a casa e
a primeira coisa que fiz foi tomar um banho quente e relaxante, as palavras da
Ana não saiam de forma alguma do meu pensamento, afinal o que quis ela dizer
com aquilo? Qual será a intenção do Ruben? Eram essas as perguntas que se
imponham neste momento mas são para as mesmas que não consigo procurar respostas
pelo menos por agora, neste momento não me sinto preparada para confrontar o
Ruben e obter uma resposta inesperada, talvez por ter medo de ouvir que afinal
não significo nada para ele.
Acabei por
adormecer a pensar nele e em como a falta de reacção da sua parte me atingiu
talvez por isso decidi “fugir” mais uma vez, resolvi aproveitar o fim-de-semana
para mudar de ares e fui até ao Algarve, senti necessidade de rever o pessoal
mas principalmente ter um contacto mais de perto com as recordações de uma altura
que era livre mas feliz.
Fui partilhando o
meu estado de espírito nas redes sociais, bem como fotos que tirei com o
pessoal, algumas delas a Maria comentou o que deu “pano para mangas” e tenho a
certeza que se o Ruben por acaso lesse iria ficar incomodado afinal muitos dos
meus comentários eram farpas dirigidas a ele no entanto não obtive nenhum
feedback da sua parte nem no fim-de-semana nem nos dias seguintes.
Os dias “voaram”
entre o trabalho e os momentos de diversão que fiz questão de continuar a partilhar
com o pessoal, isso incluía o Ruben no entanto durante as últimas duas semanas
não tocamos nunca no assunto “nós”, percebi que o Ruben não fazia questão de
esclarecer as cenas por isso resolvi fingir que as palavras que dissemos um ao
outro não tinham passado de um sonho.
(Ruben)
Os meus dias têm
sido um tédio completo, talvez porque desde o jantar do meu aniversário que as
cenas com a Mariana não voltaram ao que eram, muito por culpa minha que fui
incapaz de esclarecer com ela a boca que a Ana mandou mas a verdade é que tinha
confessado à nossa amiga que a única relação que mantinha com a Mariana era a
da amizade, sei que não foi isso que andei a dizer à maior interessada, que por
várias vezes afirmei que queria mais no entanto quando a Ana questionou até
onde iria o meu sentimento pela Mariana não consegui admitir que a amo, ainda
hoje não entendo o motivo pelo qual neguei algo que quero tanto que se torne
realidade e só por isso evitei nestes últimos dias ficar a sós com a Mariana
com receio que ela quisesse falar sobre nós.
Mas se faltou-me
a coragem durante tanto tempo no instante que o João se descoseu e afirmou que
tinha a certeza absoluta que a Mariana já substituiu-me na sua vida a revolta
de ter sido tão parvo consumiu-me, afinal tive a oportunidade de tê-la só para
mim e desperdicei-a sem sequer saber o motivo pelo qual o fiz.
Se ficar a saber
da presença de outro na cama da minha Mari deixou-me com o estômago às voltas
depois de vê-los juntos, felizes e contentes no camarote fiquei desolado ainda
assim tentei não dar parte fraca e perante a Maria disfarcei fingindo que não
estava minimamente afectado, lógico que ela não acreditou mas também não
insistiu. O jogo terminou com um empate e enquanto esperávamos pelo João tive
que presenciar aqueles dois abraçados e aos cochichos. A noite terminou com um
jantar na minha casa mas sem a presença da Mariana e do tal Rodrigo, eles
desculparam-se com o facto de amanhã terem que acordar cedo mas conhecendo a
Mariana deu para perceber nitidamente que dormir era coisa que não iriam fazer de
certeza.
Acabei por ter um
serão minimamente agradável no entanto dei comigo muitas vezes a pensar na
Mariana e no que estaria a fazer mas sabia que se não a tinha foi por não saber
agarrar a oportunidade.
***
Acordei
desanimado talvez por ser um dos dias mais esperados pelos casais de namorados,
afinal hoje comemora-se o dia dos namorados e por culpa minha terei que
passa-lo sozinho, ainda pensei em fazer um jantar dos “encalhados ou
encalhadas” mas desisti da ideia ao perceber que do meu grupo de amigos mais
próximos já todos tinham planos incluindo a Mariana que andava feliz e contente
com o amigo de Faro que continuava hospedado na casa dela como se fosse a dele.
Passei a manhã no
Seixal em trabalho de recuperação e por isso consegui manter a cabeça ocupada,
talvez por estar focado na minha completa recuperação consigo esquecer a
Mariana durante as sessões de trabalho no entanto quando chego a casa a
sensação que tenho é a de ser atropelado por um camião TIR sempre que olho para
o presente de aniversário que recebi dela, aquelas fotos são a prova de que a
nossa história é muito mais que uma amizade mas menos que um amor.
Estava perdido em
pensamentos quando o meu irmão entrou no quarto desafiando-me a ir dar uma
volta, acabei por alinhar por necessitar de arejar as ideias no entanto
arrependi-me quando nos cruzamos com a Mariana que vinha acompanhada pelo tal
de Rodri.
- Oi - cumprimentou o
meu irmão e depois a mim com dois beijos - como
é que estás? - perguntou-me.
- Cada vez melhor não se nota?
- Então não? Cada vez estás mais amoroso - ripostou talvez por não ter gostado do tom de
voz com que lhe respondi - Então e tu
- falou agora virada para o Mauro - não
era suposto a esta hora estares em casa a preparar-te para surpreenderes a tua
“cara metade”?
- Ainda tenho tempo... vim passear com o mano
para ele não ficar deprimido... - olhei
incrédulo para o Mauro.
- Deprimido a porra... quem te disse a ti que
ando mal?
- Mano sem stress - sorriu.
- Por acaso se começasse a dizer que andas
deprimido quando não é verdade gostavas?
- Puto até podes não estar mas vais ficar daqui a
umas horas quando perceberes que és o único que vai passar a noite sozinho! - a Mariana sorriu ligeiramente - Sim porque do teu grupo de amigos só sobras
mesmo tu... - o Mauro olhou para o Rodrigo - ou será que estou enganado? - teria respondido mas a Mariana
antecipou-se.
- Pois não sei... não posso falar pelos outros...
mas por mim posso - olhou para o
Rodri e sorriu - hoje como nos últimos
dias vou estar acompanhada e muito bem se queres saber - abraçou-se ao
alforreca - vai ser uma noite animada
como todas as que já partilhei aqui com este menino.
- Mano como é vamos? Tenho mais que fazer?
Tentei terminar
ali com aquele bate boca sem ser muito directo mas não o consegui fazer o que
resultou numa boca por parte da Mari à qual não respondi e talvez por isso o
Mauro percebeu que o melhor era mesmo despedir-se dela.
- Mano quando é que deixas de ser casmurro e
falas com a Mariana?
- Falar o quê?
- Deixa de ser parvo... gostas dela como nunca
gostaste de outra e por seres orgulhoso vais perdê-la.
- Já a perdi - falei conformado com a ideia - e
desta vez a culpa é só minha!
- Acreditas mesmo nisso? Mano sinceramente não
achei que ela e o Rodrigo tenham alguma coisa...
- Esquece... não quero saber!
- Depois não venhas lamentar-te para o meu lado!
Não respondi e o
assunto “morreu”. O Mauro foi deixar-me a casa onde passei o resto da tarde e
noite a ocupar o tempo a ver filmes.
Os dias seguintes
foram mais do mesmo, ocupei a cabeça e o tempo na minha recuperação mas tive
diversas vezes com a Mariana, ela decidiu adoptar a postura de está tudo bem
comigo e os incomodados que se mudem, falamos dos mais diversos assuntos mas em
relação a nós nem tentamos, ainda assim conseguíamos partilhar o mesmo espaço
sem discussões, aliás já por diversas vezes o João comentou comigo que nem
parecemos nós dado o nosso historial.
Hoje é o
aniversário do João e este ano decidiu fazer um jantar para o pessoal todo, fui
avisado que a Mariana pediu ao João para levar o alforreca logo teria que levar
com a presença dele, passei o dia a mentalizar-me para isso.
Como irá correr o
aniversário do João? Quanto tempo irá a Mariana aguentar esta situação?
Amei!!
ResponderEliminarQuero mais...
Quero-os juntos e de preferência às picardias um com o outro, mas felizes! lol
Beijinhos
Olá:)
ResponderEliminarComo sempre amei o capitulo,estava como gosto de usar nesta situação :fantabolástico lool
Agora este aniversário e que deve trazer agua no bico :P
Espero por mais e rápido!
Beijinhos
Rita
Ai, ai.. esse aniversário vai dar mesmo o que falar, já estou até vendo lool
ResponderEliminarContinua rapidinho, pfvr *-*
GabiiS.
Olá :D
ResponderEliminarAdorei o capítulo é claro!
Oh pah eu não gosto de ver o Ruben e a Mariana separados :o
Quero mais!
Beijinhos
Ritááá xD
Olá :)
ResponderEliminarEsta perfeito *.*
E percebi o que não tinha percebido no último capítulo xd
Aqueles dois andam afastados e afinal sem motivo :(
Espero que eles se entendam nesta festa ;D
Beijinhos
fabuloso... fantastico...
ResponderEliminarquero mais... tou super curiosa para ver o proximo...
continua...
Ai que o Ruben ficou maluquinho das ideias, só pode. Então, e isso se faz? lol
ResponderEliminarContinua o mais rápido possível e acaba com essa curiosidade monstra :P
E tudo lido!
ResponderEliminarBem, isto é que foram emoções fortes. Este casal Ruben-Mariana é de doidos! Nem deu para saborear bem aquele namoro! Vamos lá a acertar essas agulhas!
Espero o proximo!
Beijo
Ana
Mais, está cada dia melhor!!!
ResponderEliminarBeijos
Acabei agora de ler esta fanfic e devo dizer que adorei :D, estes dois casais são excelentes e o Ruben e a Mariana são muito casmurros :p
ResponderEliminarE acho qe vem tempestade do aniversário do João, mal o Ruben sabe qe o Rodrigo joga noutra "equipa" ahahah
Beijinhoos
O que irá acontecer? Os aniversários desta gente são sempre uma animação, há sempre novidades, umas vezes boas outras nem por isso, por isso este anivesário promete.
ResponderEliminarGostei do pormenor da "alforreca", quando ele souber que andou armado em cão com pulgas sem razão nenhuma, vai ser lindo, vai.
Adorei, e a Mariana também não se descose, deixa-o a sofrer, ao ponto de nem no dia dos namorados...
Beijocas
Fernanda