Maria
O Batizado do
Guilherme não foi completamente pacífico, mas foi tranquilo.
E por minutos ver
a Mariana e o Ruben juntos fez-me ter a certeza que mais dia, menos dia tudo se
resolveria entre eles.
Mas com a
passagem do Batizado tudo se resumia agora a preparar o casamento. E como este
se realizará já com a nova época a arrancar as férias foram passadas todas nos
preparativos, foi preciso escolher o local e também tratar de toda a logística
uma vez que se para nós fazia sentido casarmos no Algarve também só fazia
sentido fazê-lo na presença das nossas famílias e amigos mais próximos. E para
isso mudamos de armas e bagagens para Faro, as nossas férias, ou melhor as do
João foram passadas entre a procura do Lugar ideal e os primeiros minutos/horas
de praia do Guilherme.
Andamos,
andamos... corremos tudo e nada! Nenhum dos locais nos agradava, ou melhor
nenhum era exatamente aquilo que queríamos até que
- MARIAAAAA!!!! - estava a fazer qualquer
coisa para comermos quando o oiço chamar-me muito aflito, pensei que tivesse
sido algo com o Guilherme já que tinha ficado aos seus cuidados
- Diz?
- Já sei! - disse a rir quando me viu assustada
- Já sabes o quê? Assustei-me, pensei que era
algo sério!
- E é! Já sei onde podemos casar!
- Ai sim? E onde?
- Aqui! -
Disse-me a apontar para o ecrã do computador onde pude ver
- Aqui?! Como é que te lembraste...
- Oh lembrei-me que me disseste que conhecias
porque lá tinhas ido ao casamento de uma amiga... além disso se casamos cá e na
data que casamos porque tem significado acho que o local também podia ter...
- Adoro-te! - sorri e dei-lhe um leve beijo -
Agora temos de lá ir tratar de tudo!
- Então despacha-te!!!
Não foi preciso
que ele repetisse almoçamos num piscar de olhos e em pouco mais que isso já
estávamos a caminho.
Felizmente, e por
a data que queríamos ser uma 5ª feira algo pouco usual conseguimos fazer as
marcações faltavam agora só os convites e a roupa!
Tinha-me
esquecido completamente que precisava de um vestido!
- Ai...
- O que foi?
- Não tenho nada para vestir!
- O quê?
- Falta pouco mais de um mês e não tenho vestido
de noiva!!! - ele gargalhou
- Onde é que está a piada?
- Oh aposto que vais conseguir arranjar-te... e
que vais ser a noiva mais bonita do mundo... e a Mendes mais bonita também
afinal a tua prima casou de calças de ganga!
- Parvo! Mas tenho mesmo de tratar disso... mas
depois agora convidados!
- Fazemos a lista os dois ou faz tu a tua e eu a
minha?
- Podemos fazer os dois! - voltamos a casa e sentámo-nos no chão da sala
com o nosso pequenote cada vez mais esperto de olhos postos em nós. A lista já
tinha as nossas famílias e os amigos imprescindíveis, estavam todos os nomes
até que o João ao reconfirmar se faltava alguém desatou a rir - O que foi?
- Esquecemo-nos de duas pessoas... ou quatro!
- Ãh?! De quem?
- Da tua prima, do Ruben, do Rui e da Sofia
- A minha prima, o Ruben, o Rui - falava enquanto ia escrevendo os nomes na
lista - a Sofia... a Sofia, João?
- Maria a Sofia é namorada dele, vivem juntos não
podemos continuar a ignora-la... além disso ao Rui não colocas entraves...
temos de ser imparciais Maria... eles são nossos amigos e os padrinhos do
Bruninho!
- Pronto tá bem! Mas avisas o Ruben que não se
arme em engraçadinho!
- Tá descansada!
- E ah...
- Sim?
- Só quero madrinha! E é a minha prima!
- Isso quer dizer que só escolho padrinho? - acenei afirmativamente - O Ruben!
- És ruim!
- Eu não! - sorrimos os dois e acabamos por nos deixar ir num momento que se tinha
transformado no máximo de intimidade que tínhamos, alguns beijos mais quentes e
algumas mãos mais atrevidas porque depois de deixar os complexos mais ou menos
de lado e de ter permissão da Ana, alguém, leia-se Guilherme Bruno Mendes
Pereira, resolveu que os papás não tinham direito a brincar e sempre que as
coisas aqueciam parecia que tinha um radar e atrapalhava!
Contei com a
ajuda preciosa da minha prima na escolha do vestido num dia que deixei os meus
dois amores sozinhos em Faro e fui passa-lo a Lisboa com a minha prima.
Ela percebeu que
seria impossível não convidar a Sofia e aceitou o facto até bastante bem.
As férias
acabaram e o João voltou a Valência e somos surpreendidos nesse preciso momento
com algo de que não nos recordávamos o jogo da Selecção, o particular de dia 14
de Agosto com a Holanda em Faro. E se o João fosse convocado? E os convidados?
Sim que alguns deles corriam o “risco” de serem chamados, bom do mal o menos o
jogo era no dia anterior e assim era certo que todos estariam pelo Algarve
naquela data.
Mais uma vez e no
meio de provas de comida, roupa e organização dos pequenos detalhes chegou a
véspera do casamento dia de jogo da Selecção onde estavam o meu noivo e o seu
padrinho. Passei o dia a preparar os últimos detalhes e a receber os primeiros
convidados que ficaram hospedados já no local da boda. Perto da hora do jogo
todos já estávamos no estádio.
O jogo foi o típico
para um jogo de início de época e principalmente foi uma festa para as pessoas
que se deslocaram ao estádio no final do jogo quando finalmente consegui ter
acesso à zona dos balneários acabei por esperar pelo João e quando ele chegou
- Finalmente! Vá bora! Quero ir dormir! O menino
tá rabugento também vá vamos!!! - falava com o
João que vinha nas calmas
- Eish mas vocês vão dormir juntos hoje?? Não
podem! A noite de núpcias é DEPOIS do casamento e não antes! Eu como
padrinho...
- Tu como padrinho não chateias e não me atrasas
que se esperasse pela noite de núpcias o teu afilhado não tinha já praticamente
4 meses! - ele gargalhou - E agora a sério vamos que tenho de ir dormir ou então não vamos e eu
durmo amanhã durante o dia!
- Deixa-te de brincadeiras, vamos já!
Acabamos por
seguir até ao nosso apartamento onde encontramos a minha prima que não tinha
querido ir ao jogo, que não perdeu a oportunidade para chamar de imediato o Rui
para o seu quarto, estiveram algum tempo lá mas a Mari acabou por se juntar a nós
a assim tivemos um momento que eu sempre imaginei, nós os quatro e o Guilherme
que fez as delícias dos padrinhos que para nossa surpresa estavam a ter uma
atitude bastante civilizada juntos. Este momento entre noivos e padrinhos de
casamento durou apenas alguns minutos já que a Mariana depressa arranjou forma
de “fugir” ao desafiar o Rui para conhecer a noite de Faro. E eu acabei por me
ausentar também da sala deixando apenas os miúdos grandes já que o pequeno veio
comigo para que o amamentasse e o colocasse a dormir.
Quando terminei
todas as tarefas e voltei à sala o João estava sozinho a desligar já a play
station
- O Ruben?
- Está na varanda...
- Como é que achas que está?
- Mal! Mas foge sempre que o assunto é Mariana...
mas deixa-o pra lá e anda cá a mim! - disse
puxando-me para ele dando-me um beijo - o
menino?
- Adormeceu triste com o papá!
- Comigo?
- Sim... acho que tinha qualquer coisa para
mostrar e tu não foste lá dar-lhe um beijinho antes de adormecer
- Achas que se for lá agora vou a tempo?
- Não sei experimenta! - disse a rir, ele nem pensou das vezes e seguiu
para o quarto onde o menino dormia, propositadamente destapado, mas sem passar
frio
- Pequenino o papá tá aqui o que tu querias
mostrar? - quando se dobrou e viu o que o menino
tinha vestido começou-se a rir
- Vês e ele adormeceu sem te ver rir!
- Ohh tá tão fixe!!!
Acabamos por
ainda babar o pequenote por uns minutos até que finalmente nos entregamos ao
vale dos lençóis, visto que o dia seguinte além de importante será longo e
acabará em Valência.
Mariana
Acordei no céu,
as poucas horas que dormi foram regeneradoras, finalmente consegui dormir sem
pesadelos, sem acordar sobressaltada porque já não o tinha do meu lado, porque
já não tinha motivos para querer sair da cama na manhã seguinte.
Ainda de olhos
fechados estiquei o braço à procura do seu corpo mas não o encontrei, olhei em
volta e não vi qualquer vestígio do Ruben, ainda pensei que tivesse sonhado mas
não... não podia ser sonho quando foi tudo tão real, levantei-me a pensar que
tivesse na cozinha a preparar o nosso pequeno-almoço mas mais uma vez não o
encontrei.
Tudo estava
estranho... sei que voltei a sentir-me viva mas agora... agora parecia que
estava a morrer aos poucos, a definhar a cada segundo, a ausência do Ruben
depois de uma noite de amor deixou-me reticente, ainda assim tomei um duche
rápido e vesti-me.
Saí do
apartamento do Rodry e entrei no nosso para perceber o motivo da ausência
daquele que mais quero, ouvi a sua gargalhada acompanhada por um “também tive
saudades tuas...” entendi que a Sofia já tinha chegado e isso significou
receber mais um murro no estomago, mais uma desilusão, mais umas lágrimas mas
desta vez não foram lágrimas de dor, foram de ódio... ódio por ter sido fraca,
por ter cedido e acreditar que tínhamos feito as pazes... Sequei as lágrimas e
fui até ao meu quarto, tinha que trocar de roupa, afinal como madrinha da noiva
tenho obrigações, meti o mais belo sorriso que consegui para que a minha prima
não percebesse e fui à sua procura, encontrei-a na sala a tomar o
pequeno-almoço na companhia do Rui e do Ruben que estava agarrado à Sofia,
respirei fundo e
- Bom dia! - o traste do Ruben nem sequer olhou, cumprimentei a Maria e o Rui
com dois beijinhos e - Nunca fomos
apresentadas mas sou a Mariana! - falei friamente, algo que não sei como
fui capaz
- Ah... sou a Sofia - percebi que ficou incomodada
- Sim... sei quem és! Ah e já agora aproveito
para vos dar os parabéns... - dei-lhe dois
beijinhos - Ruben - fiz questão de o
olhar bem nos olhos - felicidades... -
repeti o gesto que tive com a Sofia e dei-lhe dois beijinhos mas ao Ruben
sussurrei ao seu ouvido um - não vales
nada! - não respondeu mas também não
esperava que o fizesse.
As horas
seguintes foram para ajudar a Maria, como madrinha fiz questão de estar presente,
ainda que em muitos momentos tivesse sido só de corpo mas pelo menos estava
lá...
O dia foi
tortuoso, por diversos motivos mas o principal de todos foi ter que ver a Sofia
agarrada ao Ruben, vê-lo a beijá-la, a acarinha-la, a sorrir e até mesmo a ouvi-lo
a trocar juras de amor... ainda assim mantive-me o máximo de tempo possível a
assistir a tudo e só quando os noivos deram o dia por terminado é que fugi de
tudo e de todos, nem o Rui conseguiu transpor a muralha que construí em volta
de mim, isolei-me durante duas semanas, aproveitei que a Maria foi para
Valência com o João para desaparecer, felizmente tive a oportunidade de sair de
Lisboa a trabalho, pois a empresa ofereceu-me duas semanas de formação na
sucursal de Londres.
Aproveitei esses
quinze dias para acalmar e tomar uma série de decisões, a principal de todas é
que Ruben é sinónimo de passado, passado que custe o que custar será
simplesmente passado e como tal terei que o esquecer. Outra decisão que tomei
foi a de deixar de fugir daqueles que sempre me amaram, que a única coisa que
quiseram foi proteger-me e por isso a primeira coisa que fiz quando aterrei em
Lisboa foi procurar as duas pessoas a quem devo um enorme pedido de desculpas.
Cheguei a casa
dos meus pais e simplesmente bloqueei, não consegui tocar à campainha e por
isso devo ter ficado horas sentada à porta do prédio, até que alguém ao
tocar-me no ombro despertou-me para a realidade, cheguei de dia e já era de
noite, olhei por cima do ombro e encontrei aquele se sacrificou por mim
- Pai! - não consegui
dizer mais nada, o choro tomou conta de mim, só me lembro de sentir os braços
do meu pai em torno do meu corpo, a envolverem-me como quando era só uma criança
inocente e que acordava a meio da noite com um pesadelo
- Chora filha... chora que vai-te fazer bem... - o meu pai tomou-me no seu colo, ali mesmo à
entrada do prédio
- Desculpe... - soluçava imenso - fui tão
parva...
- Esquece Mariana... nós também erramos, tinhas o
direito de saber, é a tua vida, a tua história e nós quisemos altera-la, nós
quisemos tanto proteger-te que acabamos por errar na missão de pais, mentimos e
só serviu para que sofresses, o pai não se perdoa por tudo o que te
aconteceu...
- O pai não tem culpa... fui eu... eu é que
estraguei tudo... você tinha razão... não devia ter sido teimosa... devia ter
ouvido o pai e ter-me afastado dele... você nunca gostou dele...
- A questão não é essa... Mariana o que fiz com o
Ruben teria feito com outro qualquer... o problema não foi o rapaz mas sim o
ter medo que sofresses... filha fui o único que testemunhou a dor da tua mãe e
só quis evitar que passasses por algo parecido... infelizmente não consegui...
és o meu anjinho e estás a sofrer por amor mas filha como a tua mãe conseguiu
dar a volta por cima também vais conseguir e tens-nos a nós, aos teus pais,
aqui do teu lado para te apoiar nesta fase conturbada... podes não acreditar
mas voltarás a sorrir muito antes do que pensas... encontrarás o teu rumo
rapidamente porque és uma MENDES e os Mendes nunca desistem, caem mas
levantam-se, choram mas logo a seguir riem, sacrificam-se pelos outros e nem
sempre recebem a recompensa mas no fim olham para trás e dizem “fiz o certo”
por isso filha és e serás sempre uma Mendes, não é o sangue de um Mendes que te
corre nas veias mas é o amor e o amor é o mais importante e esse tens para dar
e vender caso contrário não terias aguentado estes meses do lado da tua prima,
estiveste sempre lá, mesmo quando perdeste os bebés ficaste e aguentaste o
barco sozinha mas filha agora é a nossa vez de aguentar o barco por ti, não
tenhas medo de quebrar, de cair no chão porque terás a tua família cá para te
levantar, doeu este afastamento mas todos percebemos que precisaste disso,
tinhas o direito de ter o teu tempo para assimilares tudo e foi isso que te
demos... agora voltaste para a tua família e já nada nos afastará e é isso que
importa...
Como andará a Maria e
o João?
Terá o casamento
corrido bem aos olhos dos noivos?
E os primeiros tempos
de casados, será que foram pacíficos?
Quanto ao Ruben e à
Mariana... ainda agora começou... esperam-se tempos atribulados para este
casal, mas...
Se ficaram curiosas aguardem pelos
próximos capítulos. Temos consciência que já não postávamos há imenso tempo mas
atravessamos as duas uma fase conturbada das nossas vidas “reais” que se no meu
caso deu para escrever muito, no da Maria serviu para que “bloqueasse” no
entanto esperamos sinceramente que esta fase passe rápido para voltarmos a
escrever e a publicar.
Resta-me agradecer por continuarem a
visitar o nosso cantinho, a lerem e a comentar sempre que por aqui deixamos
novidades.
Obrigada,
Mariana Mendes


Só tenho uma coisa a dizer: Quero o próximo! lol
ResponderEliminarBeijinhos!
adorei aquele ar todo fro da Mariana, se calhar o ruben ainda pensava que pudesse vê-la a chorar mas enganou-se!! e tambem, nao sei quanto tempo vao ficar assim, é que sao dois casmurros!!! vá lá junta-os de novo!
ResponderEliminarmas como sei que ainda vai demorar, eu espero pelo que ai veeeeem!!! :)))
e espero que o casamento corra nas mil maravilhas com o casalinho e que nem o Bruno guilherme tenha o karma de interromper sempre nos momentos importantes! :p
ADOREIIII, espero pelo proximo!!!
Olá!
ResponderEliminarEu já andava com saudades de ler algo escrito por vocês,e espero que vos corra tudo bem nos próximos tempo e possam publicar :)
Mas ruins,ruins são vocês LOOOL
Não se acaba assim,quero mais!
Beijinhos
Rita
Olá!
ResponderEliminarBem decididamente amooooo bodies personalizados xD
Estou curiosa por saber como foi esse casamento...
Quanto ao Ruben...ja disse que ele é um grande hijo de puta? Acho que sim, algures em comentarios...
Mas pronto a Mariana respondeu-lhe muito bem e agora estou para ver essas reviravoltas (ja tive uma antestreias mas isso so desperta mais a curiosidade!)
Venha daí o proximo!
Beso
Ana Santos
Eu não acredito que o Rubén fez uma coisa destas!! Eu já sabia, estava-se mesmo a ver que um deles iria acordar sozinho :( E ainda por cima deixou a Mari sozinha para ir ter com a outra! Bem espero que estes momentos atribulados passem depressa :)
ResponderEliminarEstou ansiosa pelo próximo :)
ADOREII, estou ansiosa por ler mais !!!
ResponderEliminarOlá meninas :)
ResponderEliminarAdorei como sempre!
Sei perfeitamente como é dificil ultrapassarmos obstáculos na vida real e ficarmos bloqueadas, mas tenho certeza que estas fases menos boas passaram :)
Aguardo o próximo
Beijinhos
Ritááá xD
Fabuloso...
ResponderEliminarQuero mais... Continua...
Fico contente por ter o prazer de poder ler mais um capitulo vosso, por vezes a nossa vida não nos facilita, e não nos dá o tempo que precisamos para nos dedicarmos a outras coisas, por isso compreendo a vossa demora em publicar, ainda mais quando são duas pessoas a escrever e só uma tem andado inspirada, mas o bloqueio da Maria vai passar, tenho a certeza.
ResponderEliminarQuanto ao capitulo, devo dizer que me soube a pouco,como é lógico, e como a Rita Martins disse num comentário anterior, vocês é que são ruins (no bom sentido) por nos fazerem "sofrer" com este final e com estas perguntas que nos deixam a pensar o que irá acontecer.
Era de prever que a Mariana iria acordar sozinha, mas gostei da postura dela, não deu sinais de fraqueza e cumprimentou todos com a maior naturalidade possível e imaginável, mas gostei mesmo foi do "não vales nada" que ela disse ao ouvido do Ruben, teve classe, adorei, resumiu-o à insignificância dele, grande mulher.
Em relação à decisão que ela tomou de que o Ruben é passado, e o passado fica lá atrás, não me parece, este passado da Mariana vai ser sempre um passado bem presente. Finalmente ela decidiu procurar a família, e foi um momento que confesso que me emocionei, gostei das palavras do pai "és uma MENDES e os Mendes nunca desistem, caem mas levantam-se, choram mas logo a seguir riem, sacrificam-se pelos outros e nem sempre recebem a recompensa mas no fim olham para trás e dizem “fiz o certo” por isso filha és e serás sempre uma Mendes, não é o sangue de um Mendes que te corre nas veias mas é o amor e o amor é o mais importante e esse tens para dar e vender..." , todos já lhe tinham dito isto, mas acho que o facto de ser o pai a dizer-lhe tem outro peso.
Adoro os momentos da Maria e do João e agora também os do pequeno Gui, tou curiosa em relação a este casamento, espero que seja um dia inesquecível (por boas razões). Em relação à Mariana e ao Ruben, como se costuma dizer "ainda agora a procissão vai no adro", e mais não digo, ou melhor só digo uma coisa, ADOREI.
Continuem
Beijocas
Fernanda
Como assim "Quanto ao Ruben e à Mariana... ainda agora começou..."? Eu sempre estive do lado do Ruben mas acho que já chega, há coisas que não têm perdão e ele já passou das marcas.
ResponderEliminarEstou tão orgulhosa da Mariana, parece que cresceu tanto é uma adulta agora :) foi muito lindo o reencontro com o pai e ela já merece paz com a família. Ela devia encontrar alguém que a fizesse feliz como o pai fez feliz a mãe mesmo não sendo o grande amor da vida dela. Há coisas que não estão destinadas a acontecer, talvez o Ruben e a Mariana não deva acontecer.
Estou ansiosa para ler a visão do casamento da Maria e do João, deve ter sido romântico e lindo :) agora que a família está em Valência, espero sinceramente que não apareçam espanhóis ou espanholas para atrapalhar, e que o Guilherme Bruno deixe os pais ter a noite de núpcias que merecem ;)
Beijinhos
PatríciaQ
(finalmente vou conseguir publicar o comentário)
Nem acredito que já publicaram na quinta e só hoje vi... Mariana tens de me mandar aviso privado ;)
ResponderEliminarMas no que eu não acredito mesmo é que o Ruben anda tolinho daquela cabeça.... Oh my god!!!
Quero saber tudo sobre o casamento e o que vai acontecer com os padrinhos ;)
Publiquem rápido por favor!
Beijos
Olá!
ResponderEliminarTenho uma sugestão de carácter muito sério a fazer: atar o Ruben a um pinheiro e deixá-lo lá durante algum tempo.
A Mariana é que sim, esteve muito bem.
E claro que fiquei feliz com este fim.