Ruben
Os últimos dois dias têm sido bem diferentes do que estava habituado, agora desdobro-me entre os treinos, o cuidar do Filipe e as visitas ao hospital.
Saí do treino direto ao hospital
- Como te sentes?
- Bem… ainda tenho dores mas já as suporto melhor… e o Filipe como está?
- Hoje quando o fui deixar na creche fez birra - a Mari que já tirava leite, olhou - queria a mamã… mas logo trago-o novamente
- Tens de lhe dar mais atenção… o menino ainda não percebe mas sente falta… - falou esmorecida
- Sei que não te posso substituir mas o nosso filho está bem e daqui a uns dias já regressas a casa…
- Eu vou mas elas ficam…
Teria dito algo para a animar mas não foi preciso, afinal a Graça entrou no quarto e liberou finalmente a Mariana, que ao tomar consciência que ia ver as nossas filhas animou de imediato. Fiz questão de a ajudar a sentar-se na cadeira de rodas e depois empurrei.
Passarmos pelos procedimentos de desinfestação e finalmente aproximarmo-nos das nossas princesas, o meu amor emocionou-se… ou melhor emocionamo-nos, afinal são as nossas filhas…
- Ruben ajuda-me… - desviei o olhar da Carolina e encarei-a
- Mor é melhor não forçares… - falei quando a vi a tentar levantar-se - levaste pontos…
- Quero lá saber dos pontos! Quero ver as minhas filhas de pé!
Ainda a tentei convencer a estar quieta mas foi impossível, o meu amor levantou-se e esteve uns minutos em pé a observar as nossas princesas, tocou nas duas e quando já estava novamente sentada na cadeira
- Não sei qual dos dois o mais babado! - olhamos para a Ana e sorrimos - mas pronto… até tem motivos para babar, afinal aqui a minha amiga fez um trabalhinho prefeito e as meninas são lindas!
- Olha agora ofendeste! Sim que também tive trabalho!
- Trabalho? Olha e eu a pensar que foi prazer - olhamos para a Mari que falou serenamente e enquanto fazia festinhas na mãozinha da Carolina
- Tão engraçadinha!!!
- Menti, queres ver?
- Não mas… - fui interrompido pela Ana
- Vocês calem-se os dois antes que deixem o pessoal médico escandalizado! - olhamos para a Ana e sorrimos
Ficámos simplesmente a babar as nossas filhas até ao momento que uma das enfermeiras perguntou qual dos dois queria dar o leite à Leonor
- Eu!!!! - a Mariana nem deu hipótese para me manifestar
- Porque será que isso não surpreende… - a Ana falou enquanto uma das enfermeiras tirava a Leonor da incubadora, entregando-a nos braços da Mari, algo que fez com que regressasse novamente ao passado mas só por breves segundos
- E a Carolina? Posso dar-lhe o leite?
Esmorecemos quando nos explicaram que a Carolina continuará a ser alimentada através da sonda.
A Leonor teve alguma dificuldade ao início, uma vez que até ao momento também tinha sido alimentada através da sonda, mas após alguma insistência, lá começou a sugar o leite, bem devagarinho mas e no fim pude pegar na minha princesa…
Infelizmente o que é bom acaba depressa e tivemos que nos despedir das meninas, a Mariana precisava de descansar e preferi acompanhá-la, sei que é importante para a mulher sentir que tem o apoio do pai das suas filhas.
Fiquei mais um bocado com a Mariana mas tive que sair, uma vez que tinha treino. Este correu bem e quando já estava a despachar-me para ir buscar o meu pirralho, reparei que o João estava aluado, aliás tem andado aluado e por isso
- O que se passa contigo?
- Nada…
- Nada?! Achas que sou cego e não vi já que estás estranho?
- A sério?! - olhei-o - A sério que reparaste que estou estranho?
- Mas estás parvo??
- Ah agora sou parvo? Tu é que ultimamente nem tempo para os amigos tens!
- Nem resposta mereces! Mas ainda assim quando quiseres falar basta que o digas e agora vou buscar o meu filho para levá-lo a ver a mãe e as irmãs.
Saí do balneário aborrecido, afinal o João sabe o que passamos até chegarmos aqui e resolve dar numa de ciumento, enfim…
Quando cheguei à creche e assim que o meu filho me viu, veio até mim e
- Mamã… mamã… - fazia beicinho enquanto falava
- Oh filho já vamos ter com a mamã - peguei nele e dei-lhe alguns beijinhos para de alguma forma compensar a ausência da Mariana
Troquei algumas palavras com a educadora e fiquei a saber que o meu piolho passou o dia a chamar pela mãe, senti o meu coração a mirrar, afinal o nosso filho está a sentir ainda mais a falta da mãe do que pensávamos.
Passei por casa, onde dei o lanche ao meu pequenino e depois segui para o hospital. Entrei com o Filipe no quarto da Mariana e assim que o menino a viu
- Mamã… mamã… - começou a chama-la, o que fez o meu amor sorrir
- Amor… - a Mariana emocionou-se ao vê-lo - anda cá amor… - a Mari deu colo ao Filipe, que assim que foi para os braços da mãe parou de imediato de fazer beicinho - a mamã tinha tantas saudades tuas… - o meu amor encheu o nosso filho de beijinhos e de cócegas, tanto que o menino gargalhou, não resisti e tirei uma foto, partilhando-a
RAMendes_ E não há nada melhor no mundo que o sorriso de um filho… acho que concordas @JP_47
- O que é que fizeste?
- Nada… partilhei uma foto do menino!
- Mostra! - assim que a Mariana viu a legenda - o que é que perdi? - sorri e acabei por lhe contar da ciumeira do João - Só mesmo aquela amostra de gente para amuar - gargalhei e o assunto caiu no esquecimento, até porque perguntei pelas meninas - A Leonor fez birra e só se calou quando peguei nela - sorriu
- É… estás a habituá-la mal - olhou-me desagradada - oh mor se as habituas ao teu colo depois… - interrompeu
- Vai rosnar para outro lado! Além disso tenho de ocupar o tempo…
- Hum… - aproximei-me dela com a intenção de lhe dar um beijo - por falar em ocupar o tempo… - a Mari sorriu - Podíamos aproveitar para…
- Podíamos… podíamos… mas as tuas filhas estão com saudades tuas e do mano! - sorriu
Acabamos por ir até à unidade de neonatologia e assim que entramos não resisti em pegar na Leonor e assim que o fiz, o Filipe que nos olhava muito atento começou a chorar e por incrível que pareça, o meu amor não o conseguiu calar, só mesmo quando deitei a Leonor, novamente na incubadora e que lhe peguei ao colo é que o Filipe se calou
- Ui… ciumes… - olhamos e vimos a Ana a sorrir
- O menino está só a estranhar… né filho? - olhou-me - é as manas!
Dei alguns mimos ao Filipe e depois da Mariana dar colo à Leonor e de dar miminhos à Carolina, acabamos por ir até ao quarto do meu amor, uma vez que o Filipe estava mesmo ciumento e não quisemos agravar ainda mais.
- Não vai ser nada fácil… - a Mariana falou esmorecida
- Mor quando tivermos na nossa casa, todos juntos, isso passa-lhe!
- Tenho receio que não seja assim tão simples - suspirou - o menino ainda é muito pequeno, não percebe
- Cada coisa a seu tempo, não te quero a pensar nisso, aproveita sim para dar-lhe mimo…
A Mariana conformou-se e dedicou-se ao Filipe, enquanto fiquei simplesmente a assistir, a verdade é que com a ciumeira do nosso filho e o nascimento das meninas, fui atirado para quarto plano…
João
Já se passou alguns dias mas não consigo tirar da cabeça o raio da recordação, o mais provável é estar a alucinar mas já são coincidências a mais...
Quem já percebeu que ando a esconder alguma coisa foi a Maria e isso já nos trouxe problemas, nada de sério mas se não resolvo isto, sei que haverá consequências graves, afinal ainda estou a conquistar a confiança da Maria. A juntar à festa, ainda há o Ruben que agora só vê a Mariana e os filhos, já nem almoçar juntos, almoçamos… agora todos os bocadinhos livres que tem entre os treinos passa-os no hospital a bajular a Mariana, como se ela fosse de cristal e se partisse, só porque ele não está constantemente do seu lado...
Estava em casa a remoer mais uma vez no assunto, quando resolvi sair para esquecer e quando dei por mim estava em frente à porta do prédio da Maria. Estacionei o carro e quando ia a sair reparei que o Ruben chegava com o Filipe, ainda pensei aproximar-me mas vi o Rui e fiquei sossegado, a observar a cena, o meu amigo todo de sorrisinhos com o ex da Maria, aquilo deu-me a volta ao estomago, ainda assim não foi o suficiente para desistir de ver os meus filhos
- Boa noite! - falei assim que cheguei junto deles que continuavam à conversa, ainda assim interromperam para retribuirem-me o cumprimento, no entanto assim que o fizeram, o Ruben continuou a falar da meninas e em como são lindas e mais não sei o quê…
Acabei por tocar à campainha e assim que a porta abriu, entrei sem olhar mais para aquele a quem sempre chamei de amigo e que parece que se esqueceu que o outro atrasado meteu-se entre mim e a Maria.
Saí do elevador e à minha espera estava a Maria, que me recebeu com um beijo discreto, até porque ouvimos os miúdos a correr e segundos depois já tinha os dois de volta das minhas pernas. Fui até à sala para brincar com eles, enquanto a Maria foi para a cozinhe, isto depois de convidar-me para jantar.
***
Estava na brincadeira quando ouvi a campainha e uns minutos depois
- Pipipo… Pipipo… - vi o meu filho a delirar de contentamente ao ver o primo a entrar na sala pela mão do Ruben
Segundos… segundos foi o tempo que demorou para que os meus filhos me trocassem pelo Filipe, estava a observá-los quando
- Já te passou a birra? - olhei-o - Ou devo dizer a ciumeira? - riu literalmente na minha cara para depois e já com um ar sério - Meu o que é que se passa? Sim que não andas bem… não podes andar nada bem para teres ciumes meus e do tempo que passo com a minha família… é a minha prima e tua mulher que não te anda a dar mimos, é?
Olhei mas não respondi, até porque a Maria chamou o Ruben, que foi ter com ela. Quando regressou, sentou-se no chão a brincar com os pequenos e assim que o fez, o Filipe sentou-se logo ao seu colo
- Oh filho andas mesmo ciumento - falava enquanto fazia algumas cócegas ao menino - mas tu ainda tens motivos… agora um certo graúdo… - olhou-me e riu
Voltei a não responder mas com o passar dos minutos, a necessidade de desabafar foi superior ao resto e pedi para falarmos, mas como não queria que os miúdos ouvissem, principalmente o Gugas, fomos até ao quarto da Maria, mas antes pedi ao mais velho para cuidar dos mais novos.
- Fala de uma vez!
- Não sei por onde começar… Está relacionado com o passado... - olhou-me - lembraste quando a Maria ficou com varicela?
- Sim... a Mari só descansou quando apanhou também, aliás elas falaram disso recentemente... mas o que é que isso tem?
- No dia que as fomos visitar ouvi uma conversa entre a mãe da Mari e o pai da Maria, naquela altura não dei importância mas agora isso não me sai da cabeça... o que ouvi aliado ao facto de terem o mesmo tipo de sangue...
- Fala de uma vez!
- Então o que ouvi foi...
- Vê se controlas a tua filha!
- Desculpa?! O que é que estás a querer insinuar? As miúdas sempre foram próximas e nunca demonstraste ter problemas com isso!
- Só quero evitar problemas...
- Problemas?? Realmente não és nem um pouco parecido com o teu irmão...
- Nunca te enganei, aliás sempre soubeste que nunca seria mais do que foi...
- Não é isso que está em causa! Nunca cobrei nada mas também não admito que venhas agora querer afastar as miúdas!
- Não quero afastar ninguém mas a fixação que a Mariana tem pela Maria não é normal e está mais do que visto que não tens mão nela!
- Elas cresceram juntas e têm muito mais em comum do que pensam, é normal que sejam tão unidas e sinceramente não entendo o drama...
- Não percebes que tenho receio que...
- Chega! Cala-te! Esse assunto está bem enterrado, deixa-o quieto ou ainda arranjas problemas para todos!
- Se elas descobrem...
- Ninguém vai descobrir porque não há nada para descobrir, a Mariana é filha do Manel e o assunto morre aqui
- Percebes agora o porquê que ando inquieto?
- Espera aí... estás a insinuar que podem ser irmãs?
- Não sei... mas a Mari não é filha do Manuel e agora descobrimos que têm o mesmo tipo de sangue, que por sinal é raro e igual ao do pai da Maria... para te ser sincero não sei mais o que pensar...
- Não penses... João esquece o assunto, para bem de todos esquece isso
- Elas podem ser irmãs!
- Chega!!! A Mariana já sofreu muito por não ser filha de sangue do Manuel, não precisa sofrer mais! Além disso se for verdade podes destruir uma família...
- Elas têm o direito de saber a verdade!
- Já pensaste que isso pode não passar de uma ideia estapafúrdia? E já agora como estás a pensar abordar o tema? Por acaso não estás a pensar juntar as duas e contares isso, pois não?
- Não sou louco a esse ponto mas podias falar com a tua sogra...
- Quê?! Só podes estar a gozar! João esquece o assunto, se for verdade pode afetar muita gente incluindo nós os dois, puto uma revelação dessas destrói tudo à sua volta.
- Estás disposto a compactuar com a mentira?
- A questão não é essa... João só eu sei o quanto a Mari sofreu quando descobriu que o pai não era quem pensava, por isso não peças ajuda... deixo nas tuas mãos a decisão de revelar ou não o que ouviste, só te peço que penses bem no que vais fazer! E agora diz-me uma cena, é por causa disto que tens andado estranho comigo?
- Meu… isto anda a dar-me volta ao miolo… já não sei o que pensar e depois agora parece que não vês mais nada à frente…
- João sinceramente… não achas que estás a exagerar! Meu bastava que pedisses para falarmos que no mesmo minuto o fazíamos, agora não esperes que esteja sempre disponível, ainda mais nesta fase da minha vida, a minha família precisa de mim mais do que nunca, caso ainda não percebeste o Filipe sente cada vez mais a falta da Mariana e quando nos vê com as irmãs arma o berreiro, isto não está fácil, por isso lógico que tento passar o máximo de tempo com o meu filho!
- Desculpa… mas não sei mesmo o que pensar e o que fazer…
- Essa decisão é tua...
O João falará com as primas? Se sim qual será o impacto? E terá o João razão e elas são irmãs?

Fantástico...
ResponderEliminarQuero mais... Tou super curiosa para ver o próximo...
Continua...cada vez ta melhor...
Adorei (:
ResponderEliminarE sim, eu acho que elas sao irmas e que ele devia abordar o tema.
Beijinhos*
Olá!!!
ResponderEliminarAcabei de descobrir que pulei um capítulo da fic, mas agora já está tudo em ordem. Esse capítulo só não foi melhor porque achei pequenino, mas quando uma história é boa a gente sempre quer mais...
Quando o Felipe nasceu prematuro a Mari e o Ruben sofreram muito, imagino agora que foi uma gravidez Super esperada e em dose dupla... Mas eles vão dar conta, com já estão dando, só não podem esquecer do pipipo, que já está morto de ciúmes das irmãs e olhe que isso é o começo.
Agora nunca imaginei o João com ciúmes do Ruben, e faz um certo sentido o que ele acha delas serem irmãs... Bem, estou aguardando o próximo e espero que tudo seja revelado logo...
Beijinhos!!!
Lari Lima
Olá meninas:
ResponderEliminarSó agora reparei que ainda não tinha comentado, desculpem :)
Eu estava mesmo confusa com a situação do João... não estava a perceber o que me estava a escapar... pois com estes bebes todos :) coitado do Ruben...
Agora desta não estava à espera... bem isto vai ser uma bomba... espero que desta não sobre para os casalinhos... os pais delas que se arranjem...
Adoro, adoro!!! Mas fiquei mesmo curiosa com o que aí vem...
Quero mais.
Beijinhos.
Ola : )
ResponderEliminarAdorei como é habitual ;p
Bem e este bomba! Será que são irmãs ai ai
Aguardo o próximo
Beijinhos
Ritááá xD
Olá meninas!
ResponderEliminarFinalmente consegui ler o capitulo e deixar o meu comentário.
A Mari finalmente viu as suas bebés, o momento tão desejado chegou, e foi tão fofinho. Adoro este Ruben preocupado com a família, com o bem estar da Mari, preocupado em apoiá-la, porque ser mãe de prematuros não fácil, ir para casa e deixar as filhas no hospital deve de ser uma sensação quase de perda, e o Ruben tem estado sempre lá, dá o seu apoio e tem sido um pai herói para o Filipe, porque agora é que vai começar a "tormenta", 3 crianças em casa, duas bebés e uma com um ano e cheia de ciúmes porque vai ter que partilhar os pais que até agora foram só dele, e não concordo com a Mariana quando ela diz que ele é pequenino e não percebe, ai percebe, percebe e de que maneira. O que eu não esperava era a ciumíte aguda do JP, do Filipe dou-lhe um desconto, é uma criança, agora de um marmanjão daqueles...o homem anda todo queimadinho do cérebro, sendo o assunto que é até o compreendo, agora ter ciúmes porque o Ruben não lhe dá "atenção", por amor da santa.
O assunto que consome o João é sério, e no capitulo anterior também fiquei a pensar porque é que ele ficou pensativo com a recordação, confesso mesmo que não percebi, mas agora tudo faz sentido, sempre achei estranha a história de terem o mesmo tipo de sangue, ainda por cima raro, se o que o JP pensa fôr verdade, ele tem uma bomba nas mãos que pode rebentar a qualquer momento. É verdade que nunca soubemos quem era o verdadeiro pai da Mari, só sabemos que não é o Sr.Manuel, mas daí a ser o irmão dele, ai Jesus, se elas forem mesmo irmãs cai o Carmo e a Trindade, e não vai ser nada fácil lidar com isto por muito que queiram isto não passa ao lado de ninguém. O JP tome a decisão que tomar tem que pensar muito bem, porque se contar pode acabar com a relação de dois casais (porque duvido que a mãe da Maria saiba da verdade, e o pai da Mari também), se não contar e a se a Maria descobrir, põe em causa o relacionamento deles, isto tudo supondo que elas são irmãs. Como adorei o capitulo e como fiquei curiosa com esta suposta bomba, minhas lindas só tenho uma coisa a dizer, o próximo, por favor.
Continuem,
Beijocas
Fernanda
Olá!
ResponderEliminarFinalmente pus me em ordem.
Eu também pensei nesta possibilidade que o porta-chaves falou quando vi a compatibilidade de sangue. É bem dramático portanto é plausível porque drama e ação nunca faltaram nesta história.
Ou seja o pai da Maria comeu a mulher e a mulher do irmão, é isso???
Ui se isto se soubesse realmente ia tudo abaixo!
Quanto ao Filipe, isso passa. As crianças surpreendem-nos e a enorme maioria das vezes pela positiva! Ele habitua-se. Isto não será um problema.
E as meninas também se vão safar. Afinal têm sangue de Mendes!
E pronto venha o próximo, mesmo que provavelmente eu demore anos a lê-lo xD
Ana Santos